Archive for the ‘PSP’ Category

Jeanne D’Arc Tactics

Tuesday, February 26th, 2008

Os clichês afeminados dos jogos da Square me cansam. Muito. Tentei jogar “Valkyrie Profile: Lenneth” para PSP e achei tão chato que apaguei depois de poucas horas, e fui procurar outra coisa (já estava com 40 horas de “Dungeon Maker: Hunting Grounds” e não tinha mais saco pra ele).
Aí peguei o maravilhoso Jeanne D’Arc. É um Final Fantasy Tactics com gráficos cell shaded e história feita por ocidentais (ou seja, apesar de ter toda a cuteness e os clichês de RPGs japoneses não é tão chato quanto as bobagens pretensiosas da Square). Já estou com dez horas de jogo e estou adorando, e olha que eu achei um saco o FFT de PS1 e de GBA - ao ponto de
sequer querer  ver o de PSP.

UPDATE:

Elogiei cedo demais. O jogo é realmente excelente, mas peca exatamente como o Vagrant Story (da Square). Eu joguei muito e bem, assim cheguei ao último estágio bem rápido, só que meus personagens todos tem muito pouca experiência (XP) para vencer o último boss, e nem dá pra voltar ao world map acumular mais - o último save point que o jogo dá é mais de duas horas antes do final.
É a desgraça de jogo para vagabundo desocupado. Tenho certeza de que tem um monte de adolescente espinhento que jogaria over and over again até subir o nível de todo mundo, mas não tenho saco nem tempo pra isso.
O engraçado é que é o terceiro no mesmo estilo que jogo inteiro no hospital, e que paro no último boss pela mesma razão: Vagrant Story, Puzzle Quest: Challenge of the Overlords, Dungeon Maker: Hunting Grounds e Jeanne D’Arc. O único que terminei foi o Metroid: Zero Mission, de GBA, quando *eu* era o internado no CTI… :-)

Silent Hill: 0rigins

Friday, December 28th, 2007

Capa de Terminei agorinha “Silent Hill: 0rigins” para o PSP. É o primeiro jogo da série que levo a sério (só tinha passado os olhos nos outros, no PS2). O 0rigins é uma prequel, que se passa sete anos antes do primeiro Silent Hill para PS1.

Adorei o jogo. Visualmente é excelente, e a história é bem costuradinha (e stand-alone, não é necessário ter jogado os outros da série). O jogo é feito para ser jogado com headphones, no escuro (diz isso na abertura) e concordo totalmente com a sugestão, a ambientação é perturbadora e dá alguns bons sustos.

Minha referência obrigatória à suspensão de descrença medíocre vai para o fato de que o inventário do jogador é infinito - eu terminei com dezenas de objetos pesados (que podem ser arremessados como arma) tais como TVs portáteis, máquinas de escrever, tacos de sinuca, garrafões de vidro, além de diversas armas (como marretas, cutelos e um AK-47) dentro do bolso. :-)

Uma coisa bacana é que o jogo é muito bem balanceado, não se corre o risco de ter que restaurar save games antigos por falta de life ou munição (o que me dá nos nervos nos Resident Evil, por exemplo). Os puzzles são bons, e as boss battles são muito fáceis (passei de quase todos de primeira).